Há alguns anos, fiz aulas de flauta transversal. Se você não sabe do que se trata, trata-se desse instrumento:
Não são tantas teclas quanto um piano. Mas tenho certeza que polvos se dão melhor do que eu. Eles quase têm ventosas suficientes para todos esses buraquinhos.
Quando comecei, queria tocar Toquinho, Oswaldo Montenegro e Elis Regina.
O meu professor, caridoso, me deu “Brilha, Brilha, Estrelinha”. Fiquei chateado, e disse:
“Não quero aprender assim!”
O meu professor, muito gentil, disse:
“Você sabia que a letra dessa música é um poema de 1806, e que Mozart fez exercícios com essa melodia para os alunos dele?”.
Fiquei feliz, porque meu ego é frágil, e porque entendi que o que eu estava fazendo não era uma bobeira. Era um passo. E eu estava tendo sucesso.
Quantas vezes a gente quer desistir porque não confia no caminho?
Porque não confia na gente mesmo nesse caminho?
Se alguém nos mostra o caminho com clareza, e nos acompanha nele, as coisas melhoram!
Naquele caso, eu estava começando o caminho de Mozart!
Meses depois, toquei versões simplificadas de músicas dOs Miseráveis, e algumas coisas simples de MPB, e fiquei muito contente.
Sabe…
Estou montando um projetinho para você. Com um caminho comprovado, desses que têm centenas de anos.
Pensado para que você saia desse lugar de culpa – aquela que aparece quando as coisas estão estranhas na criação das crianças – e passe a sentir segurança, porque os seus sucessos ficam visíveis e você passa a confiar no seu caminho. Junto comigo e com gente que vai te ajudar a enxergar cada passo e cada sucesso.
Nos próximos dias você vai saber mais sobre ele. Espero que seja o caminho certo para você.
Um abraço grande,
Gabriel

