Porque crianças (não) fazem birra – vídeo

Começou há uma semana a série #LarMontessoriResponde lá na nossa página do Facebook. A cada semana, vamos publicar um vídeo com a resposta a uma pergunta de vocês (pode deixar a sua nos comentários!).

A primeira pergunta respondida foi:

Quais as causas de birra desespero e revolta na vida da criança?

A resposta passa por temas como organização, rotina, coerência do adulto, independência e comunicação. Tenho certeza de que vai ser útil para você.

Assista no vídeo abaixo:

Me conte nos comentários como é na sua casa, o que vocês fazem que ajuda a criança a ter uma vida tranquila, e o que você está pensando em mudar.


Quer conhecer mais?

Curso Montessori


Imagem de: https://www.parentcircle.com/article/10-ways-to-teach-your-child-peace/


11 comentários sobre “Porque crianças (não) fazem birra – vídeo

  1. Olá Gabriel!
    Aqui em casa (pai, mãe e 1 filho de 2a9m), sempre fomos adeptos de uma rotina bem próximo da que você cita, principalmente no início e no final do dia. Meu filho passa os dias comigo, que dedico a ele a maior parte do dia. Acordamos juntos, brincamos juntos, cozinhamos juntos, e no final do dia jantamos todos a mesa, o pai da banho e coloca para dormir, contando histórias todas as noites. Ele não vai para a escola.
    Fizemos o desmame dele há duas semanas e propositalmente comecei a levá-lo á natação, em uma escola nova. Ele já praticava e estava sem ir há 6 meses. Ele se recusa a entrar e também não quer que eu entre na água.
    Não nos recordamos de nenhum episódio de acidente em relação á isso.
    Na quarta tentativa ele havia dito em casa que iria fazer todas as atividades com os demais alunos, mas na hora de entrar na piscina entrou em um ciclo nervoso onde perdeu o fôlego e também se agrediu se batendo nas duas coxas até ficarem muito vermelhas.. Isso nunca havia acontecido e me deixou muito assustada. Eu queria intervir, acalmá-lo e voltar um passo se fosse preciso. Mas confiando na instrução da profissional que acreditou que ele estava apenas irritado por eu estar agindo contra a vontade dele que não queria entrar, não intervi.
    Estou bastante confusa sobre o que fazer e como lidar com esse desespero dele não só em relação à natação mas com outros descontroles dele quando ele tambem é contrariado.
    Obrigada pela atenção.

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  2. Muiiito bom o video… Sou sua fã, vc consegue demonstrar no modo pratico.. Irei colocar em prática a questão da firmeza e assim ser um adulto coerente e também melhorar ainda mais a rotina. Obrigada

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  3. Gabriel, bom dia!

    Esta questão está sempre em evidência pois muitos pais (talvez a maioria), ficam apavorados em pensar que seu (s) filho (s) pode (m), a qualquer momento, protagonizar um cena de “birra” e fazê-los “passarem vergonha” em público. Mas é o que você disse, se não entendermos a causa deste “desequilíbrio” da criança, e agirmos para não deixá-la sentir aquilo novamente, estaremos sempre tentando contornar as consequências deste evento!

    Sou pai de dois meninos (gêmeos) que estão prestes a completarem quatro anos de idade e pelo que você disse, estão próximos de uma “mudança de fase” (período sensível). E isto me faz pensar que, minha esposa e eu devemos estar no caminho certo pois, em público, eles nunca fizeram birra. Me lembro de poucos episódios, mas nada demais, que ocorreram nas casas dos avós (locais onde, o comportamento deles muda um pouco por conta da maior liberdade proporcionada pelos velhinhos).

    Sempre li muita coisa a respeito destas questões do comportamento das crianças e tento fazer o que você disse: me ajoelhar, ficar na altura deles, falar em tom baixo coisas do tipo: “porque você está fazendo isto?”, “posso te ajudar?”, “vamos tentar fazer juntos?” e etc…
    Pode parecer besteira mas, uma coisa que gosto de fazer e, em algumas vezes o resultado é positivo é, tornar a situação engraçada. Por exemplo: ocorreu uma “disputa” pelo mesmo brinquedo entre os meninos, então eu pego outro brinquedo e brinco com quem ficou sem nada, dando vozes engraçadas ao brinquedo e falando “você não quer brincar comigo?”, “estou sozinho” e etc. Na maioria das vezes, todos acabam caindo no riso e a paz retorna ao ambiente.

    O importante mesmo, é observar cada criança. No nosso caso, mesmo sendo gêmeos (ao contrário do que muitos imaginam), cada um tem uma personalidade diferente e devemos a cada momento, tentar identificar o tipo de brincadeiras, atividades, estímulos e etc que cada um gosta e necessita!

    É isso. Desculpe por escrever tanto!

    Grande abraço,

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  4. Aqui é um caos! Ontem foi aniversário da minha filha de 5 anos. Um primo dela que habitualmente brinca com ela já havia chegado. Estava tudo bem, até a hora de calçar um sapato! Ela não quis o sapato, que eu escolhi por ser mais adequado a roupa! Eu pedi que ela escolhesse outro, mas não funcionou! Logo em seguida chegou uma amiga que é muito próxima do primo, ambos foram brincar e isso gerou um desespero na Thays porque, inconsciente ou não , as 2 crianças acabam a excluindo das conversas e brincadeiras….. quase não conseguimos cantar parabéns! Eu respirei fundo… umas 30 vezes…. calmamente a pus no colo, ajeitei o cabelo, expliquei que todos estavam esperando pra cantar parabéns e comer o bolo! Consegui que ela escolhesse um outro calçado e ela melhorou…. ufa! Como foi difícil!

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  5. Gabriel, muito obrigada por este vídeo tão esclarecedor ! Minha filha completou 2 anos há 23 dias e pude perceber que está conquistando diariamente meios mais eficazes de se comunicar. Em toda sua graça, as vezes ela me chama uma, duas, três vezes, pacientemente, até que eu chegue até ela, por exemplo, quando estou cozinhando e ela brincando na sala ou na cozinha mesmo . No entanto, geralmente no fim do dia, nas ocasiões em que estou mais cansada, ela me mostra com “chorinhos raivosos” e um “MAMÃE” que eu não a ouvi como ela gostaria porque não basta eu dizer ” já vou, estou chegando”. Serei mais meticulosa em relação a nossa rotina no fim do dia e ao mesmo tempo, pretendo completar as atividades deste horário com mais leveza e deixando que ela participe mais. Espero que assim ela se sinta mais segura e certa de que estou prestando a devida atenção a ela.

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  6. Olá Gabriel,
    seus conteúdos, como sempre são enriquecedores!
    Acompanho suas dicas e palestras, quando possível, e comecei a dar os pequenos e poucos passos, conforme nos instruem.
    Realmente funcionam…aprendi a entender e respeitar o comportamentos das crianças, mas infelizmente, falta controlar a minha pressa (administrar melhor o tempo).
    A cada dia espero melhorar e construir uma família pacífica e cada vez mais feliz!
    Hoje mesmo vivi essa experiência, respeitando o tempo deles, e consequentemente eles respeitaram o meu, Para isso, acordei mais cedo, e o tempo de cada um foi respeitado, evitando desesperos.
    Mais uma vez, muito obrigada!
    Ana Luisa

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  7. Gostei, muito esclarecedor. Aqui em casa a minha maior dificuldade é a organização. Uma hora tá uma maravilha. Chega a minha filha e passou um vendaval (rsrsrs!!!) Creio que ela fique desesperada com a poluição visual…Depois vem a dificuldade de ser paciente, especificamente, quando o tempo é curto para sair de casa. Às vezes não tem conversa. Sobre a acessibilidade, estamos cuidando de fazer as alterações na medida do possível ($$) porque a casa está toda pensada para adultos.

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  8. Oi Gabriel! Tudo o que você falou faz muito sentido pra mim. Você ampliou meu olhar sobre esses episódios tão desagradáveis pras crianças e prós pais também. Jamais imaginei que a busca por independência física pudesse gerar desespero pra meus filhos. Obrigada por tanta dedicação ao assunto!

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  9. Aqui em casa as brigas são para comer, parar de ver tv e tomar banho. Tento manter uma rotina, mas como trabalho fora e a minha mãe fica com ele até começar as aulas, tem dias que fica bem difícil manter a rotina, casa cheia.
    Já conhecia muito dos pensamentos montessorianos e já aplico alguns, como manter a calma quando ele fica desesperado.
    Quando eu morava com o pai dele, eu conseguia dar este acesso para ele, ele me ajudava na cozinha, fazia as coisas dele sozinho, mas agora viemos morar com a minha mãe e temos muitas pessoas em casa para fazer as vontades dele, e ele ficou “preguiçoso”, como posso reverter isso? preciso de ajuda.

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  10. Excelente vídeo.
    Tenho um bebê que ainda não está nesse período sensível, porém quero muito empoderar de conhecimento para que situações como essas sejam amenizadas ou quem sabe até evitadas.
    Sobre a questão da importância do início e final do dia, percebo isso nitidamente desde que ele nasceu. E tento o máximo possível respeitar esses rituais para evitar que ele se irrite.

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