As crianças têm atenção para dar, mas ainda estão aprendendo a ouvir. Se soubermos o que fazer, vamos merecer o presente precioso da atenção de nossas crianças.
As crianças têm atenção para dar, mas ainda estão aprendendo a ouvir. Se soubermos o que fazer, vamos merecer o presente precioso da atenção de nossas crianças.
Nós não nascemos inteligentes. Segundo Montessori, a inteligência precisa ser construída com esforço. Pelo trabalho enorme e intenso da criança. Os caminhos para esse trabalho são fascinantes.
Quando colocamos rótulos nas crianças nós nos sentimos seguros, porque achamos que o rótulo indica, de verdade, o que tem lá dentro. Ele só esconde a criança verdadeira, e faz com que a criança precise se adequar ao rótulo, e não ao contrário.
Manter o ambiente, a rotina e as interações com a criança previsíveis é um dos melhores suportes que o adulto oferece para o desenvolvimento da criança. Montessori ensina três formas de fazer isso.
É claro que nós erramos. E é claro que erramos muito mais do que achamos decente errar. O ponto todo não é que não podemos errar. É que existe o jeito certo de errar.
O processo de fazer um adulto é enorme e envolve muitas tarefas. Por isso, a criança precisa de um mapa e um cronograma, interiores. Em Montessori, nós os chamamos de Períodos Sensíveis.
A cada geração só um pequeno grupo pode mudar o destino de toda a humanidade: os adultos com crianças pequenas.
Se cada pessoa é um mundo, esse mundo foi feito, grão a grão, pela criança muito pequena. E ela precisa de ajuda.
Quando falamos de criar as crianças usando Montessori, é muito fácil entender que se trate de mais uma exigência para as mães que cuidam dessas crianças. E essa não era a ideia da mulher que criou o método.
Tudo o que existe à sua volta foi desenvolvido, fabricado, transportado e vendido por um adulto. A comida que comemos, a roupa, o teto, tudo o que sustenta nossas vidas foi feito por adultos. Mesmo assim, Montessori dizia, o trabalho da criança é ainda mais importante. Que trabalho é esse?